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Educação Minas Gerais

Minas fortalece aprendizagem com dedicação e empenho diários dos professores da rede estadual

Neste Dia do Professor, conheça histórias de profissionais que têm contribuído para que a educação avance cada vez mais em todo o estado

15/10/2021 13h50
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Por: Redação Fonte: Secom Minas Gerais

Mesmo diante dos desafios impostos pela pandemia da covid-19, os professores da rede estadual de ensino de Minas Gerais estão mostrando, cada dia mais, sua importância na formação dos estudantes, auxiliando os alunos a ampliarem suas perspectivas de futuro e a conquistarem aprendizados que vão além da “sala de aula”.

Neste 15/10, data em que se comemora o “Dia do Professor”, a Secretaria de Estado de Educação (SEE)apresenta algumas histórias de ações realizadas pelos educadores e que contribuíram para que o aprendizado de qualidade fosse promovido nas unidades escolares durante o ensino remoto e, com a retomada presencial, na implementação do ensino híbrido.

“Esses profissionais fizeram toda diferença para que os nossos estudantes, mesmo com todas as dificuldades, mantivessem o vínculo com a escola, continuassem se sentindo pertencentes ao ambiente escolar e não mediram esforços para fazer chegar para cada um dos nossos estudantes aquilo que era possível para que o processo de ensino e aprendizagem continuasse.  Então, é um momento de agradecer e dizer o quanto somos gratos por todo esforço, dedicação e comprometimento de cada um dos professores”, destaca a secretária adjunta de Educação, Geniana Guimarães Faria.

Perspectivas de futuro

Uma iniciativa para fortalecer o vínculo entre aluno e escola e também para estimular os jovens a conhecerem mais opções para quando concluírem a educação básica foi realizada na Escola Estadual Virgília Paschoal, em Pouso Alegre, no Sul de Minas. A idealizadora foi a professora de Língua Portuguesa, Carolina Silva Fenício, que teve o apoio de todos os colegas da unidade de ensino.

“O foco foram os alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e do ensino médio. Discutimos com eles quais são as perspectivas de futuro e como eles podem buscar informações para encontrar um emprego, uma faculdade, entre outras coisas. Nosso objetivo foi estimular, mostrar que os professores podem ajudar nessa jornada e fazer com que eles se sintam parte da nossa equipe”, conta Carolina.

Logo que apresentou o projeto para os colegas e equipe gestora, todos se mostraram dispostos a ajudar. São ações como essa que, segundo a professora, reforçam a verdadeira função do professor. “O papel do professor é criar, desenvolver métodos para que o aluno se sinta parte da escola e que possam se desenvolver da melhor forma”, conclui Carolina, que também dá aulas na Escola Estadual Senador Bueno de Paiva, em Cachoeira de Minas.

Compartilhando experiências

Na Escola Estadual José Soares de Araújo, em Itamogi, o professor de história Leandro Aparecido Lopes, a partir das ferramentas de ensino oferecidas pela Secretaria de Estado de Educação (SEE/MG), se reuniu com os colegas para que eles pudessem, juntos, proporcionar uma experiência no ensino remoto cada vez mais inovadora para os estudantes. “Neste período de pandemia, que foi um desafio grande para todos nós, criamos capacitações básicas sobre como utilizar as tecnologias. Nossas ações visavam amenizar as dificuldades encontradas junto a nossos alunos e proporcionaram uma melhor atuação em toda a escola”, conta.

O educador conta os ensinamentos positivos que têm aprendido durante este período. “Com o apoio de todos, estamos cumprindo com nosso papel de educadores. Me sinto realizado em ver que todos os nossos esforços, as trocas de experiência, de conversas, tenham retornado em resultados que minimizam as dificuldades deste período. O que me deixa satisfeito é que acredito que os recursos que estamos utilizando vieram para ficar. Iremos adequá-los ao ensino presencial, sendo que nos proporciona atingir a todas as habilidades e estilos de aprendizagem”.

Leandro também atua como professor de filosofia na Escola Estadual Clóvis Salgado, em São Sebastião do Paraíso. Na região onde ele trabalha, o ensino híbrido já teve início e as expectativas para o futuro são as melhores possíveis. “Iniciamos o ensino híbrido em minha região. Todos nós, que trabalhamos com educação, estamos imunizados com as duas doses. E acredito que logo nossos alunos também estarão imunizados. Continuamos com as nossas práticas digitais, e, muitas vezes, as discussões que proporcionamos no presencial, aprofundamos com vídeos, imagens e podcasts no on-line. É um jogo de soma, de busca de minimizar as dificuldades”.

Minas Gerais já distribuiu aos municípios 100% das doses necessárias para imunizar os trabalhadores da educação contra a covid-19.

Acolhimento

Na Escola Estadual Coronel Francisco Rolla, no município de São Domingos do Prata, a professora Dulcinéia Márcia de Castro Cotta, de Língua Portuguesa, preparou uma atividade diferenciada para receber os estudantes que iniciavam a participação no ensino híbrido. A educadora elaborou, junto com os alunos, um “Mural de Emoções”, que simbolizou um momento de escuta e reflexão.

“Tudo foi feito de uma maneira bem acolhedora e foi perceptível o brilho nos olhos dos alunos e o quanto o ambiente escolar é de suma importância para eles.  O acolhimento nos emocionou de maneira significativa. Uma aluna me disse: ‘Sinto segurança aqui na escola’. Isso me chamou a atenção. Percebi o quanto a escola faz a diferença”, conclui.

Tradição

Roseni Ramos de Souza é professora de educação infantil e de língua materna na Escola Estadual Indígena Ibiramã Kiriri do Acré, em Caldas. Ela conta que o ensino remoto trouxe muitos desafios, que, com muito trabalho e dedicação, estão sendo superados. “O nosso ensino é mais prático e acontece dentro da aldeia. Tivemos que mudar algumas práticas para desenvolver o nosso trabalho, mas está dando certo”, conta.

A educadora fala sobre atividades que precisaram ser adaptadas durante o ensino remoto. “Eu pedi para eles participassem do ritual da ciência e conversassem com os encantados para que pudessem saber como é. Eles deveriam anotar tudo e enviar no grupo dos estudantes de língua materna. A diferença é que antes eu fazia essa pesquisa com os encantados e apresentava em sala de aula”.

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